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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Produtividade







Muito se fala em Produtividade, precisamos Aumentar nossa Produtividade, bacana, quem não quer ter mais ganhos, melhorar os lucros? 

Só que se esquecem que para que o aumento de produtividade ocorra existe uma série de coisas por trás.

O aumento de produtividade efetivo ocorrerá quando existir condições de trabalho para que está produzindo. 

Não adianta aumentar a produtividade, fazer a equipe realizar horas extras de trabalho, trabalhar desmotivado, cansado; tudo isso só irá fazer crescer o índice de acidente de trabalho. E aí onde vai parar a produtividade? Você ganha de um lado, perde de outro. 

O que adianta aumentar a produtividade e por consequência, aumentar o índice de acidente de trabalho, ou ainda a rotatividade da empresa? O quanto você ganhou e o quanto você perdeu no final? 

Sua empresa já parou para ver as perdas que tem com funcionários afastados por acidente de trabalho, por estresse, por desligamentos, entre outros motivos?

E aí onde foi parar o aumento da produtividade, o aumento dos lucros e dos resultados?

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Para que possamos refletir:








Perfeito...

É incrível como essa pequena e simples imagem retrata exatamente o que vivenciamos dentro das empresas tradicionais.

É um querendo puxar o tapete do outro, passar por cima, ser mais... Ninguém está preocupado em trabalhar em e
quipe, nem mesmo os gestores. 

As pessoas estão mais preocupadas com o seu e se esquecem que o seu é apenas uma parte do macro processo da organização, e que para alcançarem as metas precisam dar as mãos, e caminhar juntos.

Ninguém chega a lugar algum sozinho, é preciso união, sincronismo e sinergia para que se possa alcançar a meta.

Se implantássemos o conceito do Marketing Multinível que tantos abominam dentro das organizações, que mostra união, cooperação, todos envolvidos e trabalhando em prol do mesmo objetivo, todos ganham, não existe perdas, os resultados obtidos serão muito melhores dos conquistados atualmente.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ergonomia Cognitiva







Você sabe o que é?
 
 
 
Ergonomia vem do grego Ergon = Trabalho e Nomos = Normas, Regras, Leis. Trata-se de uma abordagem sistêmica de todos os aspectos da atividade humana, está relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas, e à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem estar humano e o desempenho global do sistema.
 
 
 
 
 
A Ergonomia cognitiva em si, refere-se aos processos mentais, tais como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetem as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. Os tópicos relevantes incluem o estudo da carga mental de trabalho, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homem computador, estresse e treinamento conforme esses se relacionem a projetos envolvendo seres humanos e sistemas.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

5 dicas para trabalhar e estudar sem enlouquecer



Trabalhar durante o dia inteiro e estudar à noite não é tarefa das mais fáceis. No entanto é uma realidade para muita gente. Mas é possível ter sucesso na carreira profissional e garantir um diploma de graduação, pós ou MBA sem ganhar muitos fios de cabelo branco? O gestor de tempo Fernando Serra dá 5 dicas que ajudam a conciliar todas as obrigações sem enlouquecer:



1 Estabeleça prioridades

É essencial. O primeiro passo é então verificar qual das duas atividades é mais importante agora. "Se a resposta for o trabalho, o profissional pode montar uma grade de estudos com intervalos maiores", diz Serra.

Uma possibilidade é frequentar aulas apenas três vezes na semana. Assim, sobra mais tempo para se dedicar às obrigações do trabalho. Tarefas acadêmicas também podem ser cumpridas com mais tranquilidade, durante as noites livres.

Se a prioridade é conquistar o diploma, a solução é escolher partir para um emprego mais flexível. "É importante poder sair do trabalho no horário certo, para não se atrasar para as aulas", diz Serra. Jornadas de 12 horas diárias, portanto, estão fora de cogitação.



2 Crie uma rotina

E seja extremamente fiel a ela. Estabeleça horários para estudar e para se dedicar aos projetos profissionais. Anote em um calendário ou em uma agenda datas importante de entregas de trabalhos e provas. Dessa forma há menos chances de você adiar o cumprimento das tarefas. A procrastinação é a grande vilã de quem estuda e trabalha.

Com isso, tenha hora certa para dormir e para comer. Cancele compromissos que não sejam urgentes. Por exemplo, sair com os amigos na quarta-feira à noite pode prejudicar o rendimento da quinta e até da sexta-feira.


3 Otimize o tempo livre

"Não existe mágica", diz Serra. Para conseguir dar conta do recado é preciso sacrificar alguns aspectos da vida pessoal. Os horários de lazer devem ser reduzidos.
Estudar aos fins de semana também é uma das primeiras medidas para quem se vê neste tipo de situação. "É preciso entender que se a pessoa trabalha é porque precisa e se estuda é porque isso vai fazê-la progredir no futuro", diz Serra.

Com este pensamento fica mais fácil eliminar distrações como telefonemas para os amigos todas as noites ou assistir televisão por longas horas. O foco deve ser nos ganhos futuros.


4 Use a tecnologia a seu favor

Celulares, smartphones, tablets e notebooks são aliados importantes. "Gravar aulas com o celular pode ser útil", diz Serra. Dessa forma, você pode revisar o conteúdo das aulas enquanto percorre as distâncias entre sua casa, o trabalho e a faculdade. "As ferramentas tecnológicas podem contribuir com o desempenho", diz Fernando Serra. Faça uso delas.


5 Crie grupos de estudos

Ter um networking acadêmico ajuda. Grupos de estudos podem estimular o seu desempenho, na opinião do gestor de tempo. Se precisar faltar a uma aula porque precisou trabalhar até mais tarde, poderá pedir o conteúdo a um colega do grupo. "Um ajuda o outro nos momentos de sufoco", diz Serra. Por isso, desde o início, procure se aproximar de pessoas que tenham as mesmas afinidades.



FONTE: Portal Exame
Boletim CRA-SP 

3 maneiras fáceis de deixar os funcionários felizes

A maioria dos gestores sabe que, se seus funcionários estão felizes, eles também são mais produtivos. O desafio é como fazê-los felizes mesmo em cenários em que palavras como promoções e aumentos são abolidas temporariamente do dicionário da empresa.


De que maneira realista, então, é possível ter uma equipe formada por pessoas otimistas e contentes com o que fazem? Fátima Motta, professora doutora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM, explica como chegar lá por meio de 3 caminhos bem simples:

1. Foque menos nos resultados e mais nas pessoas

Por falta de tempo, e algumas vezes de amadurecimento para gerir pessoas, é comum que os líderes de equipes deixem de lado seus funcionários e passem a controlar apenas os números, métricas e resultados. Um investimento que pode trazer retornos rápidos, mas nem um pouco sustentáveis a longo prazo.

“É preciso que os gestores entendam que conhecer suas habilidades, bem como as dos membros de sua equipe, é o maior investimento que ele pode fazer para conseguir os resultados exigidos pela empresa e para ele se desenvolver como líder”, diz Fátima.


2. Saiba onde eles querem chegar e diga como

Sem conhecer sua equipe, grande parte dos gestores peca em não alinhar as expectativas da empresa com a de seus funcionários. Mas como cada profissional do time tem um sonho, um objetivo profissional, é preciso que os gestores conheçam bem essas pessoas para saber como ajudá-las a chegar onde elas querem e, assim, cumprir sua missão de desenvolvê-las, com base no desempenho e nas metas individuais delas.

“O gestor precisa mostrar a ela quais competências ela precisa desenvolver, no que ela precisa melhorar e onde já avançou para chegar a esse objetivo”, afirma a professora. “Sabendo que há um caminho claro para crescer na empresa, o funcionário se sente motivado a perseguir seus sonhos, fazer o seu melhor”, diz ela. Essa troca só faz sentido se a empresa ou a área tiver regras claras e justas de desempenho e também se houver espaço para que os funcionários falem abertamente sobre o assunto.


3. Incentive o cooperativismo

Muitas empresas preferem avaliar os funcionários por meio de metas individuais, sem pensar no risco de instaurar um clima de guerra interna. “Os objetivos individuais não motivam o trabalho em grupo”, diz Fátima.

O ideal, segundo ela, é que o gestor estabeleça objetivos mistos para fazer com que a equipe entenda que é preciso ter a colaboração de todos para chegar às metas. Assim, em vez de favorecer apenas os que cumprem o estabelecido custe o que custar, o líder consegue avaliar também os que cumprem seus objetivos, sem deixar de ajudar os demais colegas a atingirem os resultados – que, afinal, é da área como um todo.

“Quando a pessoa faz parte de uma equipe mais agradável, mais leve e unida, é fato que as pessoas se comprometem mais e também se sentem mais felizes. Excesso de medo só atrapalha o profissional e, por consequência, o gestor e a empresa”, afirma a professora.





FONTE: Você S/A
Boletim CRA-SP

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mudança de Comportamento






Um monge chamou seu discipulo e, juntos, foram tomar chá. Depois de algum tempo de conversa, o mestre percebeu que o discipulo não estava compreendendo o que ele ensinava.

A mente do discipulo estava cheia de conceitos e crenças que iam contra o que o mestre estava dizendo; por isso ele não compreendia.
Em dado momento, o mestre resolveu que tomariam vinho.

Apanhou sua xicara e jogou fora o chá. Depois, encheu-a com vinho. Então, ordenou ao discipulo que fizesse o mesmo.
Enquanto tomavam o vinho, o mestre explicou pausadamente: Para beber vinho em uma xicara cheia de chá é necessário primeiro jogar o chá para então colocar o vinho.

Pois assim é também com sua mente. Enquanto você não jogar fora seus velhos conceitos e crenças, não vai colocar nela o que estou lhe ensinando.

domingo, 25 de março de 2012

Clima Organizacional





 

A Avaliação de Clima Organizacional é utilizada para medir e apurar o grau de satisfação dos colaboradores diretos da empresa perante determinadas variáveis.


Por meio de uma Avaliação de Clima Organizacional é possível identificar quais os problemas existentes dentro da organização que impactam diretamente na produtividade e resultado da organização e assim elaborar um plano de ação para saná-lo ou diminuir significativamente tal impacto.


Normalmente uma Avaliação de Clima Organizacional é realizada por intermédio da área de Recursos Humanos da organização, porém nem sempre o resultado é 100% eficaz, mesmo que este seja realizado sem a identificação das pessoas, pois quem está avaliando sempre se sente inseguro para responder as questões devido as possíveis consequências que possam vir decorrentes de tal avaliação.


Hoje as empresas podem contar com um profissional de Coaching para auxiliar neste processo de Avaliação de Clima Organizacional, que em conjunto com a Diretoria e o RH da empresa deverá criar um padrão ideal de satisfação de seus colaboradores, que irá considerar os seguintes aspectos: Aspirações Pessoais, Motivação, Ambições Funcionais, Adequação da Remuneração, Horário de Trabalho, Relacionamento Hierárquico, Relacionamento Profissional, Interação Social, dentre outros possíveis fatores que podem ser acrescido à Avaliação de Clima Organizacional.


Querendo ou não o Clima Organizacional está inteiramente ligado a Cultura da Organização, é possível dizer que o Clima Organizacional é um reflexo do todo da organização, do comportamento, da forma de se comunicar, do estilo de relacionamento dos níveis hierárquicos, entre outros.


A Avaliação de Clima Organizacional pode e deve ser aplicada em qualquer tipo ou porte de empresa, pois é por meio dela é que identificamos pequenas, médias ou grandes distorções que impactam na produção e no resultado final da empresa.


Para o sucesso de uma Avaliação de Clima Organizacional é se suma importância que a utilização desta ferramenta seja correta, imparcial e isenta de paixões ou sentimentos pessoais.


Sua aplicabilidade deve ser de forma periódica, afim de proporcionar à direção da empresa a tomada de medidas administrativas proativas que evitem o surgimento de problemas ou seu agravamento na produtividade e nos resultados finais da empresa.


Quando o resultado da pesquisa se mostra insatisfatório, ou seja, deixa de atender aos padrões mínimos aceitáveis definidos anteriormente, de forma parcial ou total, algumas empresas, dirigentes e ou até mesmo um intermediário responsável pela apuração dos resultados, promove alterações nos quesitos que podemos dizer “problemáticos”, excluindo-os da próxima avaliação o que gera um resultado de Clima Organizacional, mascarado e que não servirá efetivamente para a finalidade que foi desenvolvida, que é a detectar os desvios do padrão de satisfação, comportamento, deterioração de relacionamentos funcionais que podem afetar o desempenho organizacional e funcional da empresa.





Talita Martinss
Consultora e Coach Pessoal
Profissional e Empresarial.







terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Produtividade: Longe do Escritório

Segundo pesquisa realizada pela Citrix Systems, 77% dos profissionais se sentem mais produtivos quando estão fora do ambiente corporativo, trabalhando por meio de dispositivos pessoais. Para essas pessoas, isso oferece mais flexibilidade e mobilidade e as ajuda a equilibrar a vida pessoal e profissional.

Veja a seguir o perfil desses executivos:

  •  67% dos entrevistados utilizam dispositivos pessoas para realizar tarefas profissionais
  • 69% preferem usar smartphones durante viagens de negócio
  • 87% afirmam que o trabalho remoto é aceito em suas empresas
  • 54% trabalham remotamente durante um ou dois dias por semana, e 27% por três dias ou mais
  • 87% alegam que resolvem seus próprios problemas de TI, sem suporte da empresa
  • 64% usam entre três e quatro dispositivos diferentes por dia


Fonte: Melhor - Gestão de Pessoas - Maio/2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Clima: Língua venenosa

A fofoca é a maior causa de estresse para os profissionais brasileiros. Foi o que revelou levantamento feito pela empresa de recrutamento Robert Half, que ouviu 2 525 executivos de 12 países, incluindo o Brasil. as mulheres sofrem mais — 66% delas afirmam ter problemas com intrigas, ante 49% dos homens. “só no Brasil, a fofoca aparece como fator de estresse”, afirma Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para américa latina. outro dado curioso: o Brasil é o único país em que 100% dos entrevistados revelaram estar estressados por causa do trabalho.


Fonte:
Revista Você S/A - Desenvolva sua Carreira
Edição 156 -  Agora - Notas